PII.112 Pirólise catalítica de resíduos de uva sobre argilas ácidas

Autores

  • Maria do Carmo Rangel Santos Varela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Amanda Ramos Mallmann Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Francieli Martins Mayer Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Arthur Motta de Andrade Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Anderson Joel Schwanke Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Dóriz Ruiz Universidad de Concepción

Palavras-chave:

biomassa, pirólise catalítica, montmorillonita, energia de ativação

Resumo

A pirólise catalítica da biomassa lignocelulósica é uma importante rota para a obtenção de combustíveis e produtos químicos de alto valor agregado. Portanto, a busca por novos catalisadores e a modificação de catalisadores convencionais, para melhorar seu desempenho, são constantemente exploradas. Neste estudo, a montmorillonita comercial (K10) foi submetida a tratamento com HCl em diferentes concentrações. Os sólidos obtidos foram caracterizados por difração de raios X, medida de porosidade e dessorção de amônia à temperatura programada. Os catalisadores selecionados foram submetidos à pirólise catalítica do bagaço de uva para a determinação dos parâmetros termocinéticos, através dos métodos isoconversionais de Flynn-Wall-Ozawa (FWO), Kissinger-Akahira-Sunose (KAS) e Friedman. De maneira geral, o tratamento ácido aumentou a quantidade de sítios ácidos e criou sítios ácidos fortes. O modelo de FWO foi aquele que melhor se ajustou aos dados experimentais. A pirólise catalítica com argila tratada com HCl na concentração de 4 mol L-1 (K104) promoveu a diminuição da energia de ativação quando comparada à pirólise com K10 e pirólise não-catalítica.

Publicado

07-09-2023

Edição

Seção

Pôster II Conversão de biomassa e moléculas derivadas (Carmenère)